Breve histórico sobre a certificação

Esta certificação em teste de software começou no Reino Unido com a British Computer Society´s Information Systems Examination Board (ISEB), quando uma comissão de teste de software surgiu em 1998 (www.bcs.org.uk/iseb). Em 2002, ASQF na Alemanha começou a dar suporte a um esquema de qualificação ao testador (www.asqf.de).

O Syllabus (Guia de Estudo) foi inicialmente baseado no Syllabus do ISEB e do ASQF. Inclui um conteúdo organizado, atualizado e novo, e a ênfase é dada aos tópicos que fornecem ajuda mais prática aos testadores. Um Certified Tester Foundation Level - CTFL (ex: ISEB, ASQF ou outra organização reconhecida por uma comissão nacional do ISTQB) obtido por alguém, antes que a Certificação Internacional pelo ISTQB fosse criada, será considerado equivalente ao certificado internacional. Este certificado não expira e não precisa ser renovado.

Com a participação de cada país, aspectos locais são controlados pela comissão nacional reconhecida pelo ISTQB. As responsabilidades da comissão nacional são especi

ficadas pelo ISTQB, mas são implementadas em cada país. Dentre as obrigações das comissões dos países estão a autorização para prover treinamentos e a ministrar os exames.

Baixe aqui o Guia do Candidato

Objetivos da Qualificação Internacional

(adaptado da reunião do ISTQB em Sollentuna, Novembro de 2001)

  • Estar apto a comparar a prática do teste entre os diferentes países
  • Capacitar os testadores a trocar conhecimento mais facilmente entre as comissões.
  • Permitir com que projetos multi-nacionais / internacionais tenham uma compreensão comum do empreendimento do teste.
  • Aumentar o número de testadores qualificados ao redor do mundo.
  • Ter mais impacto como uma iniciativa baseada internacionalmente do que qualquer abordagem de um país específico.
  • Desenvolver um corpo comum internacional de compreensão e conhecimento sobre teste e terminologias através do syllabus e aumentar o nível de conhecimento sobre teste para todos os participantes.
  • Promover o teste como uma profissão em mais países.
  • Capacitar testadores a obter qualificação reconhecida na sua linguagem nativa.
  • Permitir o compartilhamento de conhecimentos e recursos entre os países.
  • Prover o reconhecimento internacional de testadores e desta qualificação junto a participação de muitos países.